quinta-feira, 5 de abril de 2018

INFORMAÇÕES CONDENSADAS DO LIVRO JOANA D'ART

JOANA D’ART

Escritor semi-independente não pode esmorecer




O meu livro “Joana d’Art”, não se refere aos humores, digamos, da classe média alta. Não! O relato, incluindo reflexões minhas e também experiências que se aproximam das minhas próprias, se refere do que decorre de um estupro, nos bairros periféricos com ruas de terra, prisão feminina na qual Joana muda o modo de encarar a vida inspirada em Joana d’Arc, a vida na favela, a redenção. O livro tem um timbre feminista.

É moderadamente adulto.

PARA TER O LIVRO
Portal do CreateSpace – Amazon. Para facilitar o acesso, acionar o Google inserindo o título ‘Joana d’Art’. Também pode ser no contato pessoal  pelo e-mail:  miltonmartins44@outlook.com
Na venda direta, o valor unitário é de R$28,00 + remessa se houver.

CRÍTICA DE LEITORES QUE LERAM O LIVRO ATÉ A ÚLTIMA PÁGINA

I- João Baptista de Souza Negreiros Athayde

Prezado amigo e colega Dr. Milton:

Já o li, e gostei muito.
Autobiográfico como você esclareceu na contracapa, mas que ficou muito interessante quanto ao enredo e o entrelaçamento da história da personagem e o "mundo cão" em que sobrevivia.
Gostei da narração do seus primeiros tempos na advocacia, o primeiro escritório, a torcida para aparecerem os primeiros clientes, etc.
Muita semelhança com os meus começos, recém-saído de emprego público (fui escrivão de polícia enquanto estudava), e os medos, as inseguranças iniciais, mas sobretudo a esperança de dias melhores e de vencer na carreira.
É uma boa leitura, mostrando sua visão não só quanto aos desafios da profissão, mas também em relação às tantas coisas "tortas" que compõem, desde sempre, a nossa realidade, com um indisfarçado toque de sentimento.
Grato pelo presente, e minhas efusivas congratulações pela edição do livro.
Um grande abraço
Athayde

II - Sonia Batista

Bom dia, MM? Vc está bem? Terminei a leitura do livro e, ao fechá-lo tive a sensação de que vc tinha me contado aqueles causos, pessoalmente, num bate-papo informal entre amigos.....vc é um grde contador de causos e, que memória heim?? Relembrar de tantos fatos do passado....ainda bem que temos causos para contar, temos história....mas, gostei muito! Vc descreve fatos e locais com muita sensibilidade....consegue enxergar uma flor brotando ao lado de um esgoto....muita sensibilidade. Obgda por me proporcionar momentos tão bons.... abraços....fique bem.

III - Moacir Ricci

Acabei de ler o seu "maravilhoso" livro Joana d'ART.
Cheguei ao final na página 191.
Foi uma viagem muito apaixonante.
As diversas exposições destacadas por você, e todas muito bem justificadas, deram ao enredo um toque de familiaridade extraordinário.
Seus detalhes chegam à impressionar; que pena que você não foi para a Engenharia, era lá o seu lugar, já que com sua observação muito progresso a área teria obtido.
Mas, foi bom também.
O final, inesperado por mim, fez eu mudar uma proposta que havia dado à você antes mesmo de receber o livro.
Eu informei que a Rádio CBN vive fazendo entrevistas com autores em geral.
Ao ler o livro completamente e observar o enredo não tenho nenhuma dúvida; é um grande caminho para um FILME.
Pensei em peça teatral, pensei em novela, mas analisando com cuidado, a indicação seria mesmo para um filme.
Que tal a idéia?
Pense nisso.
Parabéns e força para continuar na sua grande luta.

Um forte abraço

IV - Mohiman Shafa

Caro Milton

Parabéns pelo livro. Você é um escritor nato.
Além de gostar de ler, me transportou para 1964.
Tive um pequeno incidente indignante com o comandante da polícia militar de SC, e se eu não fosse bahá'í, certamente estaria engajado em algum movimento e, sepultado.
O lado mais triste de tudo é que se o golpe tivesse vindo da esquerda, o número de torturas e mortes não teria sido menor. Tal é o processo de desintegração, em marcha, na nossa sociedade alienada.
Há outro processo, gêmeo, de integração, do qual você já foi informado.
Tenho certeza de que irás produzir obras cada vez mais interessantes.

Abraço grande


DIÁRIO DO GRANDE ABC DE 15.06.2016





https://www.facebook.com/saudelivros/videos/1299069883559902/


Leia o texto do Diário do Grande ABC:

“Neste romance, a memória do Grande ABC”

Ademir Medici

Enquanto aguarda a chegada de clientes, tem fortes recordações, até com emoção, dos tempos do sindicalismo no ABC e das muitas experiências boas e ruins quando empregado.”
Da apresentação deste livro belíssimo

 “Na história de Joana d’Art – que recebera inspiração de Joana d’Arc – se trata de ficção, embora haja elementos verdadeiros. Nessas passagens, há experiências místicas, algumas verdadeiras, cujo julgamento fica a critério do leitor.”

Do relato do autor
A literatura como um todo, e a do Grande ABC em particular, fica mais rica com o livro Joana d’Art, de Milton Martins, que acaba de ser lançado. Um livro de ficção e memórias, com uma história bem escrita e elementos factuais da vida contemporânea do Grande ABC. Tem muito de autobiográfico e de cenários e acontecimentos atualíssimos.
Numa troca de informações com o autor, hoje advogado em Piracicaba, mas com toda uma história relacionada à região, fomos aprendendo:
- Tudo se deu aí no ABC, na delegacia de Utinga, mas sem divulgação expressa.
- O Fórum é o de Santo André.
- Meu escritório era na Xavier de Toledo, esquina com a movimentadíssima Luiz Pinto Flaquer.
- A favela referida é a da Vila Palmares, “apenas para situar uma certa realidade porque a ‘minha’ favela é ficção”.
- E a surpresa maior, em especial para quem estuda o movimento dos metalúrgicos a partir da greve de 1978, da Scania e da Fontoura, em São Bernardo...
- Milton Martins vai esclarecendo:
- O ‘engasgo’ na greve de 1978 – “o dia em que a boiada virou boiadeiro” – eu desvio a experiência para um amigo, mas fui eu mesmo a ‘vítima’ na extinta fábrica de Santo André da saudosa Chrysler (fundição – montagem do caminhão).
- A descrição do meu escritório aí fora no prédio da Xavier de Toledo de Santo André. Afinal, os episódios principais de ‘minha vida’ se deram no ABC (em Sanca – São Caetano – da minha intensa participação estudantil e na pequena imprensa da cidade).
CHEGA JOANA
O livro é ótimo. A história é linda. A gente começa a ler e não quer parar, para usar uma expressão de tantos, mas que neste caso é a mais verdadeira. Há uma identificação com o enredo, os personagens, as circunstâncias, os pontos onde se desenvolve a ação – por isso dizemos: o leitor aqui da Memória irá se descobrir no livro.
O ator principal trabalhou na indústria automobilística. Demitido, busca uma nova colocação. Nada de conseguir. Decide-se a abrir escritório de advocacia, ainda inseguro – chegarão os clientes?
(Trata-se do citado escritório praticamente ao lado do 1º Distrito Policial de Santo André. O escritório real vira ficção, mas é ele próprio).
No escritório aparece uma humilde senhora, residente numa favela, que alega entre lágrimas que seu filho foi injustamente preso, implorando que vá o advogado à delegacia onde está detido com o objetivo de libertá-lo. O filho, um bandidão, casado com a Joana – bela e formosa mulher, título do livro. Aí começa a trama, que prenderá de vez o leitor.
Mais informes do autor:
- 'Dona Nair' é verdadeira e a ‘Joana’ também. E também o estupro. A partir daí enveredo para a ficção.
- A prisão que eu visitei, um presídio feminino pequeno como descrito no livro, era, porque desativado, em Charqueada, a mais de 200 quilômetros de Santo André.

O AUTOR
Milton Martins é advogado, formado pela PUC-SP, turma de 1972. Ex-colaborador do Diário, “nos tempos do Fausto Polesi”. Estudioso do sindicalismo.
Escreveu o livro Sindicalismo e Relações Trabalhistas (LTr Editora). Acompanhou de perto a evolução do sindicalismo no Grande ABC. Participou de eventos importantes nos anos 1970 e 1980. Hoje mora e trabalha em Piracicaba, mas está sempre em São Caetano.


JORNAL DE PIRACICABA DE 22.05.2016




Leia o texto do Jornal de Piracicaba:

"JOANA D'ARC, SÓ QUE NÃO"

Memória, ficção, relatos pessoais, misticismo e questões adultas compõem o livro Joana d'Art do escritor e advogado piracicabano Milton Martins. Com trechos de suas próprias  experiências, o autor criou uma história com trechos autobiográficos em um romance que leva o leitor até o fim para saber qual destino terá a sensual protagonista do título.
A obra relata a vida de um advogado que, por décadas, trabalhou em empresas multinacionais e, em dado momento, sem emprego é obrigado a se instalar com escritório próprio. Sem experiência, enquanto aguarda a chegada de clientes tem fortes recordações das muitas experiências boas e ruins, quando empregado. Nesse recomeço, retorna aos tempos de sua juventude, dos traumas e das lições da rua quanto ao significado do sexo.
Milton contou que grande parte do livro relata fatos ocorridos durante seu contato com o sindicalismo no ABC, ocorrido de 1978 a 1980, assim como Joana é a personificação de uma jovem que o procurou junto da sogra para defender o caso do filho da senhora, que logo após é descoberto como um bandido perigoso. "Ela surgiu com uma história verdadeira e, quando eu soube do caso e quem era o cidadão, eu desisti da defesa dele", relatou Martins, apontando a ligação de d'Art com Joana d'Arc. "Existe um momento em que a Joana do livro se depara com a leitura da Joana histórica, fato que  muda a vida da personagem."
O escritor que durante algum tempo contribui com crônicas para o Jornal de Piracicaba, inseriu o gênero dentro da história a partir da reunião do que já havia feito antigamente. "Segui um rumo diferente do normal. Li recentemente um livro do Umberto Eco, "O Pêndulo de Foucault", no qual ele coloca coisas vindas do nada no meio do seu texto. Fiz isso de uma forma mais linear, no qual os escritos inseridos fazem sentido dentro da história e tem uma mensagem cotidiana", explicou.


E-mail de contato e aquisição direta:

miltonmartins44@outlook.com

SÓ LIVROS Nº 7 (Escritora Isabel Vasconcelos)

domingo, 10 de dezembro de 2017

JOANA D'ART. INFORMAÇÕES CONDENSADAS DO LIVRO

JOANA D’ART

Escritor semi-independente não pode esmorecer




O meu livro “Joana d’Art”, não se refere aos humores, digamos, da classe média alta. Não! O relato, incluindo reflexões minhas e também experiências que se aproximam das minhas próprias, se refere do que decorre de um estupro, nos bairros periféricos com ruas de terra, prisão feminina na qual Joana muda o modo de encarar a vida inspirada em Joana d’Arc, a vida na favela, a redenção. O livro tem um timbre feminista.

É moderadamente adulto.

PARA TER O LIVRO
Portal do CreateSpace – Amazon. Para facilitar o acesso, acionar o Google inserindo o título ‘Joana d’Art’. Também pode ser no contato pessoal  pelo e-mail:  miltonmartins44@outlook.com
Na venda direta, o valor unitário é de R$28,00 + remessa se houver.

CRÍTICA DE LEITORES QUE LERAM O LIVRO ATÉ A ÚLTIMA PÁGINA

https://youtu.be/IQRX5MrBWzA


I- João Baptista de Souza Negreiros Athayde

Prezado amigo e colega Dr. Milton:

Já o li, e gostei muito.
Autobiográfico como você esclareceu na contracapa, mas que ficou muito interessante quanto ao enredo e o entrelaçamento da história da personagem e o "mundo cão" em que sobrevivia.
Gostei da narração do seus primeiros tempos na advocacia, o primeiro escritório, a torcida para aparecerem os primeiros clientes, etc.
Muita semelhança com os meus começos, recém-saído de emprego público (fui escrivão de polícia enquanto estudava), e os medos, as inseguranças iniciais, mas sobretudo a esperança de dias melhores e de vencer na carreira.
É uma boa leitura, mostrando sua visão não só quanto aos desafios da profissão, mas também em relação às tantas coisas "tortas" que compõem, desde sempre, a nossa realidade, com um indisfarçado toque de sentimento.
Grato pelo presente, e minhas efusivas congratulações pela edição do livro.
Um grande abraço
Athayde

II - Sonia Batista

Bom dia, MM? Vc está bem? Terminei a leitura do livro e, ao fechá-lo tive a sensação de que vc tinha me contado aqueles causos, pessoalmente, num bate-papo informal entre amigos.....vc é um grde contador de causos e, que memória heim?? Relembrar de tantos fatos do passado....ainda bem que temos causos para contar, temos história....mas, gostei muito! Vc descreve fatos e locais com muita sensibilidade....consegue enxergar uma flor brotando ao lado de um esgoto....muita sensibilidade. Obgda por me proporcionar momentos tão bons.... abraços....fique bem.

III - Moacir Ricci

Acabei de ler o seu "maravilhoso" livro Joana d'ART.
Cheguei ao final na página 191.
Foi uma viagem muito apaixonante.
As diversas exposições destacadas por você, e todas muito bem justificadas, deram ao enredo um toque de familiaridade extraordinário.
Seus detalhes chegam à impressionar; que pena que você não foi para a Engenharia, era lá o seu lugar, já que com sua observação muito progresso a área teria obtido.
Mas, foi bom também.
O final, inesperado por mim, fez eu mudar uma proposta que havia dado à você antes mesmo de receber o livro.
Eu informei que a Rádio CBN vive fazendo entrevistas com autores em geral.
Ao ler o livro completamente e observar o enredo não tenho nenhuma dúvida; é um grande caminho para um FILME.
Pensei em peça teatral, pensei em novela, mas analisando com cuidado, a indicação seria mesmo para um filme.
Que tal a idéia?
Pense nisso.
Parabéns e força para continuar na sua grande luta.

Um forte abraço

IV - Mohiman Shafa

Caro Milton

Parabéns pelo livro. Você é um escritor nato.
Além de gostar de ler, me transportou para 1964.
Tive um pequeno incidente indignante com o comandante da polícia militar de SC, e se eu não fosse bahá'í, certamente estaria engajado em algum movimento e, sepultado.
O lado mais triste de tudo é que se o golpe tivesse vindo da esquerda, o número de torturas e mortes não teria sido menor. Tal é o processo de desintegração, em marcha, na nossa sociedade alienada.
Há outro processo, gêmeo, de integração, do qual você já foi informado.
Tenho certeza de que irás produzir obras cada vez mais interessantes.

Abraço grande

https://youtu.be/IQRX5MrBWzA


DIÁRIO DO GRANDE ABC DE 15.06.2016





https://www.facebook.com/saudelivros/videos/1299069883559902/


Leia o texto do Diário do Grande ABC:

“Neste romance, a memória do Grande ABC”

Ademir Medici

Enquanto aguarda a chegada de clientes, tem fortes recordações, até com emoção, dos tempos do sindicalismo no ABC e das muitas experiências boas e ruins quando empregado.”
Da apresentação deste livro belíssimo

 “Na história de Joana d’Art – que recebera inspiração de Joana d’Arc – se trata de ficção, embora haja elementos verdadeiros. Nessas passagens, há experiências místicas, algumas verdadeiras, cujo julgamento fica a critério do leitor.”

Do relato do autor
A literatura como um todo, e a do Grande ABC em particular, fica mais rica com o livro Joana d’Art, de Milton Martins, que acaba de ser lançado. Um livro de ficção e memórias, com uma história bem escrita e elementos factuais da vida contemporânea do Grande ABC. Tem muito de autobiográfico e de cenários e acontecimentos atualíssimos.
Numa troca de informações com o autor, hoje advogado em Piracicaba, mas com toda uma história relacionada à região, fomos aprendendo:
- Tudo se deu aí no ABC, na delegacia de Utinga, mas sem divulgação expressa.
- O Fórum é o de Santo André.
- Meu escritório era na Xavier de Toledo, esquina com a movimentadíssima Luiz Pinto Flaquer.
- A favela referida é a da Vila Palmares, “apenas para situar uma certa realidade porque a ‘minha’ favela é ficção”.
- E a surpresa maior, em especial para quem estuda o movimento dos metalúrgicos a partir da greve de 1978, da Scania e da Fontoura, em São Bernardo...
- Milton Martins vai esclarecendo:
- O ‘engasgo’ na greve de 1978 – “o dia em que a boiada virou boiadeiro” – eu desvio a experiência para um amigo, mas fui eu mesmo a ‘vítima’ na extinta fábrica de Santo André da saudosa Chrysler (fundição – montagem do caminhão).
- A descrição do meu escritório aí fora no prédio da Xavier de Toledo de Santo André. Afinal, os episódios principais de ‘minha vida’ se deram no ABC (em Sanca – São Caetano – da minha intensa participação estudantil e na pequena imprensa da cidade).
CHEGA JOANA
O livro é ótimo. A história é linda. A gente começa a ler e não quer parar, para usar uma expressão de tantos, mas que neste caso é a mais verdadeira. Há uma identificação com o enredo, os personagens, as circunstâncias, os pontos onde se desenvolve a ação – por isso dizemos: o leitor aqui da Memória irá se descobrir no livro.
O ator principal trabalhou na indústria automobilística. Demitido, busca uma nova colocação. Nada de conseguir. Decide-se a abrir escritório de advocacia, ainda inseguro – chegarão os clientes?
(Trata-se do citado escritório praticamente ao lado do 1º Distrito Policial de Santo André. O escritório real vira ficção, mas é ele próprio).
No escritório aparece uma humilde senhora, residente numa favela, que alega entre lágrimas que seu filho foi injustamente preso, implorando que vá o advogado à delegacia onde está detido com o objetivo de libertá-lo. O filho, um bandidão, casado com a Joana – bela e formosa mulher, título do livro. Aí começa a trama, que prenderá de vez o leitor.
Mais informes do autor:
- 'Dona Nair' é verdadeira e a ‘Joana’ também. E também o estupro. A partir daí enveredo para a ficção.
- A prisão que eu visitei, um presídio feminino pequeno como descrito no livro, era, porque desativado, em Charqueada, a mais de 200 quilômetros de Santo André.

O AUTOR
Milton Martins é advogado, formado pela PUC-SP, turma de 1972. Ex-colaborador do Diário, “nos tempos do Fausto Polesi”. Estudioso do sindicalismo.
Escreveu o livro Sindicalismo e Relações Trabalhistas (LTr Editora). Acompanhou de perto a evolução do sindicalismo no Grande ABC. Participou de eventos importantes nos anos 1970 e 1980. Hoje mora e trabalha em Piracicaba, mas está sempre em São Caetano.


JORNAL DE PIRACICABA DE 22.05.2016





Leia o texto do Jornal de Piracicaba:

"JOANA D'ARC, SÓ QUE NÃO"

Memória, ficção, relatos pessoais, misticismo e questões adultas compõem o livro Joana d'Art do escritor e advogado piracicabano Milton Martins. Com trechos de suas próprias  experiências, o autor criou uma história com trechos autobiográficos em um romance que leva o leitor até o fim para saber qual destino terá a sensual protagonista do título.
A obra relata a vida de um advogado que, por décadas, trabalhou em empresas multinacionais e, em dado momento, sem emprego é obrigado a se instalar com escritório próprio. Sem experiência, enquanto aguarda a chegada de clientes tem fortes recordações das muitas experiências boas e ruins, quando empregado. Nesse recomeço, retorna aos tempos de sua juventude, dos traumas e das lições da rua quanto ao significado do sexo.
Milton contou que grande parte do livro relata fatos ocorridos durante seu contato com o sindicalismo no ABC, ocorrido de 1978 a 1980, assim como Joana é a personificação de uma jovem que o procurou junto da sogra para defender o caso do filho da senhora, que logo após é descoberto como um bandido perigoso. "Ela surgiu com uma história verdadeira e, quando eu soube do caso e quem era o cidadão, eu desisti da defesa dele", relatou Martins, apontando a ligação de d'Art com Joana d'Arc. "Existe um momento em que a Joana do livro se depara com a leitura da Joana histórica, fato que  muda a vida da personagem."
O escritor que durante algum tempo contribui com crônicas para o Jornal de Piracicaba, inseriu o gênero dentro da história a partir da reunião do que já havia feito antigamente. "Segui um rumo diferente do normal. Li recentemente um livro do Umberto Eco, "O Pêndulo de Foucault", no qual ele coloca coisas vindas do nada no meio do seu texto. Fiz isso de uma forma mais linear, no qual os escritos inseridos fazem sentido dentro da história e tem uma mensagem cotidiana", explicou.


E-mail de contato e aquisição direta:

miltonmartins44@outlook.com

quinta-feira, 27 de abril de 2017

CAMPANHA PROMOCIONAL PERMANENTE DO MEU LIVRO "JOANA D'ART"




O meu livro Joana d’Art publicado pela Amazon.
Já disse antes, que a história tem muito de autobiografia, episódios reais “dramatizados” que refletem parte de minhas experiências profissionais e pessoais, aspirações, alegrias e angústias. 
Até mesmo experiências com o sindicalismo que eclodiria para valer a partir de 1978.
Episódios de paranormalidade.
E nesse quadro, a presença de Joana, loira bonita, companheira de bandido, presa por pequenos golpes que muda de personalidade ao conhecer a história de Joana d’Arc e pela sua convivência na prisão, apoiada por uma carcereira.


JOANA D’ART: PROMOÇÃO ESPECIAL NA VENDA DIRETA

R$28,00 MAIS PORTE PARA REMESSA, SE FOR O CASO.

CONTATOS PARA AQUISIÇÃO DIRETA: miltonmartins44@outlook.com

Livraria:
Em Águas de São Pedro na Livraria Zuiza
Portal da Amazon


RESENHAS DE LEITORES-AMIGOS QUE LERAM O LIVRO JOANA D'ART ATÉ A ÚLTIMA PÁGINA

I- João Baptista de Souza Negreiros Athayde

Prezado amigo e colega Dr. Milton:


Já o li, e gostei muito.
Autobiográfico como você esclareceu na contracapa, mas que ficou muito interessante quanto ao enredo e o entrelaçamento da história da personagem e o "mundo cão" em que sobrevivia.
Gostei da narração do seus primeiros tempos na advocacia, o primeiro escritório, a torcida para aparecerem os primeiros clientes, etc.
Muita semelhança com os meus começos, recém-saído de emprego público (fui escrivão de polícia enquanto estudava), e os medos, as inseguranças iniciais, mas sobretudo a esperança de dias melhores e de vencer na carreira.
É uma boa leitura, mostrando sua visão não só quanto aos desafios da profissão, mas também em relação às tantas coisas "tortas" que compõem, desde sempre, a nossa realidade, com um indisfarçado toque de sentimento.
Grato pelo presente, e minhas efusivas congratulações pela edição do livro.
Um grande abraço
Athayde

II - SONIA BATISTA

Bom dia, MM? Vc está bem? Terminei a leitura do livro e, ao fechá-lo tive a sensação de que vc tinha me contado aqueles causos, pessoalmente, num bate-papo informal entre amigos.....vc é um grde contador de causos e, que memória heim?? Relembrar de tantos fatos do passado....ainda bem que temos causos para contar, temos história....mas, gostei muito! Vc descreve fatos e locais com muita sensibilidade....consegue enxergar uma flor brotando ao lado de um esgoto....muita sensibilidade. Obgda por me proporcionar momentos tão bons.... abraços....fique bem.

III - Moacir Ricci

Acabei de ler o seu "maravilhoso" livro Joana d'ART.
Cheguei ao final na página 191.
Foi uma viagem muito apaixonante.
As diversas exposições destacadas por você, e todas muito bem justificadas, deram ao enredo um toque de familiaridade extraordinário.
Seus detalhes chegam à impressionar; que pena que você não foi para a Engenharia, era lá o seu lugar, já que com sua observação muito progresso a área teria obtido.
Mas, foi bom também.
O final, inesperado por mim, fez eu mudar uma proposta que havia dado à você antes mesmo de receber o livro.
Eu informei que a Rádio CBN vive fazendo entrevistas com autores em geral.
Ao ler o livro completamente e observar o enredo não tenho nenhuma dúvida; é um grande caminho para um FILME.
Pensei em peça teatral, pensei em novela, mas analisando com cuidado, a indicação seria mesmo para um filme.
Que tal a idéia?
Pense nisso.
Parabéns e força para continuar na sua grande luta.

Um forte abraço


IV - Mohiman Shafa

Caro Milton

Parabéns pelo livro. Você é um escritor nato.
Além de gostar de ler, me transportou para 1964.
Tive um pequeno incidente indignante com o comandante da polícia militar de SC, e se eu não fosse bahá'í, certamente estaria engajado em algum movimento e, sepultado.
O lado mais triste de tudo é que se o golpe tivesse vindo da esquerda, o número de torturas e mortes não teria sido menor. Tal é o processo de desintegração, em marcha, na nossa sociedade alienada.
Há outro processo, gêmeo, de integração, do qual você já foi informado.
Tenho certeza de que irás produzir obras cada vez mais interessantes.

Abraço grande

O livro pode ser considerado "adulto moderado". Os eventos que se desenrolam na história são expressados com realismo tendo como pano de fundo, predominantemente, uma época brilhante: a década de 60.





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DIÁRIO DO GRANDE ABC DE 15.06.2016








DIÁRIO DO GRANDE ABC DE 15.06.2016

Neste romance, a memória do Grande ABC







Ademir Medici

Enquanto aguarda a chegada de clientes, tem fortes recordações, até com emoção, dos tempos do sindicalismo no ABC e das muitas experiências boas e ruins quando empregado.”
Da apresentação deste livro belíssimo

 “Na história de Joana d’Art – que recebera inspiração de Joana d’Arc – se trata de ficção, embora haja elementos verdadeiros. Nessas passagens, há experiências místicas, algumas verdadeiras, cujo julgamento fica a critério do leitor.”

Do relato do autor

A literatura como um todo, e a do Grande ABC em particular, fica mais rica com o livro Joana d’Art, de Milton Martins, que acaba de ser lançado. Um livro de ficção e memórias, com uma história bem escrita e elementos factuais da vida contemporânea do Grande ABC. Tem muito de autobiográfico e de cenários e acontecimentos atualíssimos.
Numa troca de informações com o autor, hoje advogado em Piracicaba, mas com toda uma história relacionada à região, fomos aprendendo:
- Tudo se deu aí no ABC, na delegacia de Utinga, mas sem divulgação expressa.
- O Fórum é o de Santo André.
- Meu escritório era na Xavier de Toledo, esquina com a movimentadíssima Luiz Pinto Flaquer.
- A favela referida é a da Vila Palmares, “apenas para situar uma certa realidade porque a ‘minha’ favela é ficção”.
- E a surpresa maior, em especial para quem estuda o movimento dos metalúrgicos a partir da greve de 1978, da Scania e da Fontoura, em São Bernardo...
- Milton Martins vai esclarecendo:
- O ‘engasgo’ na greve de 1978 – “o dia em que a boiada virou boiadeiro” – eu desvio a experiência para um amigo, mas fui eu mesmo a ‘vítima’ na extinta fábrica de Santo André da saudosa Chrysler (fundição – montagem do caminhão).
- A descrição do meu escritório aí fora no prédio da Xavier de Toledo de Santo André. Afinal, os episódios principais de ‘minha vida’ se deram no ABC (em Sanca – São Caetano – da minha intensa participação estudantil e na pequena imprensa da cidade).

CHEGA JOANA

O livro é ótimo. A história é linda. A gente começa a ler e não quer parar, para usar uma expressão de tantos, mas que neste caso é a mais verdadeira. Há uma identificação com o enredo, os personagens, as circunstâncias, os pontos onde se desenvolve a ação – por isso dizemos: o leitor aqui da Memória irá se descobrir no livro.
O ator principal trabalhou na indústria automobilística. Demitido, busca uma nova colocação. Nada de conseguir. Decide-se a abrir escritório de advocacia, ainda inseguro – chegarão os clientes?
(Trata-se do citado escritório praticamente ao lado do 1º Distrito Policial de Santo André. O escritório real vira ficção, mas é ele próprio).
No escritório aparece uma humilde senhora, residente numa favela, que alega entre lágrimas que seu filho foi injustamente preso, implorando que vá o advogado à delegacia onde está detido com o objetivo de libertá-lo. O filho, um bandidão, casado com a Joana – bela e formosa mulher, título do livro. Aí começa a trama, que prenderá de vez o leitor.
Mais informes do autor:
- 'Dona Nair' é verdadeira e a ‘Joana’ também. E também o estupro. A partir daí enveredo para a ficção.
- A prisão que eu visitei, um presídio feminino pequeno como descrito no livro, era, porque desativado, em Charqueada, a mais de 200 quilômetros de Santo André.

O AUTOR

Milton Martins é advogado, formado pela PUC-SP, turma de 1972. Ex-colaborador do Diário, “nos tempos do Fausto Polesi”. Estudioso do sindicalismo, escreveu o livro Sindicalismo e Relações Trabalhistas (LTr Editora). Acompanhou de perto a evolução do sindicalismo no Grande ABC. Participou de eventos importantes nos anos 1970 e 1980. Hoje mora e trabalha em Piracicaba, mas está sempre em São Caetano.”


COMO ADQUIRIR O LIVRO:
1. NO PORTAL DA AMAZON;
2. PELO E-MAIL miltonmartins44@outlook.com AO PREÇO DE R$30,00 MAIS PORTE DE REMESSA.